Trabalhadora Doméstica

Essenciais são
nossos direitos

DIREITOS DAS TRABALHADORAS DOMÉSTICAS

Destaque na mídia

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Confira o que estão falando sobre a Campanha Essenciais São Nossos Direitos

Proteger é Formalizar

Mais de 1,2 milhão de trabalhadoras e trabalhadores domésticos perderam o emprego durante a pandemia. A baixa é equivalente a 21,1% dos postos de trabalho da categoria antes da crise. Entre a população geral, a perda de postos foi bem menor: 9,6%. O baixo índice de formalização das trabalhadoras resulta em grande instabilidade econômica para a categoria

SAIBA MAIS SAIBA MAIS

O que é essencial?

A pandemia de Covid-19 provocou ampla discussão nacional sobre quais serviços são essenciais ao funcionamento básico do País. Na prática isso significou disputar quais categorias trabalhistas teriam direito ao isolamento social, e quais deveriam continuar indo ao serviço durante o estado de calamidade pública.

Os estados Pará, Maranhão, Pernambuco e Rio Grande do Sul chegaram a expedir decreto considerando o trabalho doméstico e/ou de limpeza como essencial. As medidas foram fortemente debatidas e combatidas pelos sindicatos.

A recente alta perda de postos de trabalho, as mortes emblemáticas de trabalhadoras domésticas cujo isolamento social não foi resguardado, aliadas ao histórico de baixa remuneração e alta informalidade da profissão fazem a categoria questionar nesta campanha:

O que a sociedade brasileira considera essencial quando o assunto é trabalho doméstico? A saúde e a dignidades das trabalhadoras ou a disponibilidade do serviço a qualquer custo?

Postos perdidos durante a pandemia
Queda de participação no mercado de trabalho
Empregadores que demitiram na pandemia
Empregadores que desconhecem a PEC das Domésticas
0
milhões
0
% trabalham sem carteira
0
% são mulheres
0
% são mulheres negras

#EssenciaisSãoNossosDireitos

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